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Archive for janeiro \30\UTC 2010

Fiquei apaixonada por este projeto de casa na árvore – e de árvore. O nome do projeto é Wilkinson Residence e fica em Portland, Oregon, EUA. A casa foi projetada em 1997 e a obra terminou em 2004. O arquiteto chama-se Robert Harvey Oshatz. No site dele tem outros projetos bem legais, vale a pena dar uma passadinha.

fachada

sala de leitura/ escritório

sala

quarto

detalhes

Ju, você que é noss arquiteta de plantão, o que achou? Me lembrou Gaudí porque as formas são bem orgânicas, arrredondadas… Eu adoro, acho diferente, bom para o olhar. Os prédios e casas das cidades são muito quadradões, certinhos demais.

Beijos e bom final de semana!

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boas ideias…

para o closet e a cozinha!

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Ai, gente… Eu sei que o MonaSofia tá meio devagar nesse início de 2010, mas a real é que, ao menos para mim, verão, calor e sol não combinam com tela de computador!

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Confesso: ando com preguiça mesmo de me envolver com internet; o verão tem dessas coisas, não acham? Deixam a gente assim, mais externa, vamos dizer. Com mais vontade de ficar na rua, de ver o dia acabar e quem sabe refrescar um pouco ao entardecer. Vontade de encontrar pessoas, de fazer festas, de mergulhar na piscina ou no mar gelado da Praia da Costa.

Vontade de tirar a roupa, de tomar muito suco, se banhar 3x ao dia, mesmo que seja no chuveiro. De ver filme bom no cinema e curtir o ar condicionado bombando, de fazer chá gelado, de tomar cervejinhas diferentes e mais levinhas, de planejar viagens, de resgatar livros esquecidos, de rabo de cavalo, de roupas leves e coloridas, de bronzeado dourado.

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Vontade de tudo isso, menos de parar na frente do computador. Olha, tenho escutado tanto as pessoas falando de tecnologias, de internet, de facebook, de blog, que, sei lá, deu vontade mesmo é de remar contra a maré.

Já disse isso aqui e repito: somos uma geração privilegiada, que viu e viveu muitas coisas revolucionárias para a história: a queda das torres, a eleição do Lula, do Obama, a virada de século, grandes abalos naturais e por aí vai. Mas principalmente vimos o surgimento do celular e da internet.

Não, há 15 anos atrás a gente não se comunicava dessa forma. A gente discava prá casa dos outros, sabia o nome da empregada das amigas, recebia carta de quem tava fora fazendo intercâmbio, quase nunca viajava de avião e para escrever o que pensava tinha ou que publicar um livro, ou arriscava uma redação bem louca para a professora de português te amar ou te odiar para sempre.

Não tem essa história de ficar relembrando os tempos antigos e ficar se lamentando dos novos não. Muita coisa mudou, e para melhor. O mundo diminuiu e o tempo também. Fazemos amigos com mais facilidade, mas dividimos menos nossa conquistas e dificuldades. Temos mais acesso a cultura, informação, mas não nos aprofundamos tanto em assuntos que nos interessam.

E ficamos mesmo saudosos. Acho que a nossa geração é a última a entender o sentido real da palavra saudade. Somos lúdicos, românticos e ainda damos mais valor ao mundo real ao virtual.

Por isso tudo, fica a dica: se jogue de cabeça na realidade, sinta o calor infernal do verão batendo à nossa porta, desligue seu celular por um dia, não acesse seu email por dois, se comunique com seus amigos numa mesa de bar e não no facebook, dê atenção às suas plantas e tome, no mínimo, dois litros de água por dia.

A gente se encontra por aí, como diriam os mamíferos, em alguma praia do sul, quebrando tabus e sendo muito unidos!

Assim é bom viver!


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Bom dia! Momento CARAS no Mona esta manhã.

Me desculpem, mas eu não resisti em colocar essas fotos aqui. Não sei se vocês já viram…

Penélope Cruz e Javier Bardem de sacanagem em Fernando de Noronha.

Foi o segundo Réveillon deles na ilha, por isso essa intimidade toda. 😉

mordendo a boca: ui! minha carne até ficou trêmula... rs

Só pra lembrar que todo mundo, até os famosos do cinema e da beleza, fazem sacanagem, merda, usam biquinis breguinhas, curtem uma prainha com a família, anfam… conclusão matutina: a gente só tem uma profissão diferente. E o meu Javier é mais cabeludinho… hehe

Besos!

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Olha essa parede revestida em chita!

Ficou ou não ficou um luxo? é a cara do verão!

Quer fazer na sua casa? Seguem algumas dicas de como colar tecido na parede.

Você vai usar Cascola (cola de sapateiro) e seguir alguns macetes:

1. Após aplicar a cola com pincel, use uma espátula para espalhar e garantir que não vai ficar embolado.

2. Corte o tecido com sobras para os lados, e faça o arremate no local com uma régua e estilete beeem afiado!

3. Na hora de colar, vá com calma e fazendo aos poucos, e alisando com a mão (tipo um contact, sabe?); essa parte é mais fácil fazer em dois.

Tenham atenção aos tecido estampados para a emenda ficar certinha. Algumas estampas não dão continuidade, e aí fica feio!

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11th Dimension é o primeiro single do álbum solo “Phrazes for the Young” do vocalista do The Strokes, Julian Casablancas. Ai, adoro esse sobrenome, acho muito chique e misterioso, meio gangster.

Achei super 80’s! E vocês?

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Depois de um final de semana cheio de sol, praia e piscina finalizei meu domingo com essa deliciosa receita de Nigella.  É bem fácil de fazer e super gostosa, do jeitinho que um domingo deve ser.

foto do barrigão na praia! (by bebel abreu)

Vamos ao molho. Comece cortando em fatias finas umas três cebolas pequenas, uma pimenta fresca picadinha (usei chilli sem as sementes, se vc gosta de muito picante pode manter as sementes) e uns 200g de tomate seco cortado em tiras.  Lave  200g de camarão pequeno descascado, eu passei uma água fervendo neles antes de ir para panela, para dar uma pré-cozida de leve.

Enquanto corta tudo, coloque a água da massa para ferver. Eu usei cerca de 250g spaguetti capelini número 1, aquele bem fininho que demora só 3 minutinhos para cozinhar.

Aqueça azeite numa panela grande (grande suficiente para depois acomodar a massa também),  frite a cebola e a pimenta por alguns minutos. Junte os tomates secos e o óleo em que foram conservados e os camarões, aí deixa cozinhar por uns 5 minutos.  Quando o camarão já estiver quase cozido, adiciona um copo meio vazio (125ml) de vinho branco e deixe ferver.  Para finalizar é só cortar um punhado de rúcula e jogar na panela para dar aquela murchada (eu também reservei um pouco para colocar fresca em cima do prato).

Feito isso é só misturar a massa na panela dar aquela mexida para misturar todos os ingredientes, regar com um pouco mais de azeite e tá pronto!

Fácil, né? E fica com a maior cara de prato de restaurante! O maridão gostou tanto que nem usou queijo parmesão (ele ama queijo, normalmente come queijo com massa, não ao contrário. hihi)

Essa receita alimenta dois muito bem. 🙂

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