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Archive for março \29\UTC 2010

salmão light

Para uma segunda feira nada melhor que uma receitinha light!  Esse salmão é um clássico daqui de casa, faço sempre, com algumas variações de ervas no tempero.

A receita básica leva limão, azeite, vinho branco e sal.  A partir daí você escolhe o sabor optando por uma erva, pode usar alecrim, hortelã, coentro, salsinha… nesse caso eu usei  sálvia pois tinha um pouco congelada.

Começo passando limão no peixe e deixando marinar por alguns minutos, isso é para tirar o cheiro forte do salmão.  Aí corto cebolas em rodelas médias e forro o fundo do tabuleiro, isso é para não deixar queimar o peixe por baixo além de dar um sabor lindo!  Coloca o peixe por cima da cebola e tempera com azeite, vinho branco e sal.

Agora vamos a erva, normalmente uso fresca e coloco direto em cima do peixe e forno nele!  Mas a sálvia achei melhor fazer uma manteiga pois a erva estava congelada e assim solta melhor o sabor.  Para fazer é só botar manteiga na frigideira até espumar, adicionar a sálvia, desligar o fogo e tá pronto!

Levo ao forno sem cobrir por uns 20 minutos, mas o tempo de cozimento vai depender da altura do peixe.  Para acompanhar cozinhei umas batatas ‘al dente’, e coloquei no tabuleiro junto com o salmão no forno.  Também cozinhei no vapor um brócolis e temperei só com sal.

Para beber fiz um suco de abacaxi com hortelã, montei uma mesa bem linda e voilà estava pronto meu jantar.

Light, fácil de fazer e pode usar com qualquer peixe que fica legal.

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Você está convidado(a) para a cabine do novo filme da Walt Disney Studios Motion Pictures

ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS (ALICE IN WONDERLAND)/3D – LEGENDADO

De Tim Burton

Com Johnny Depp, Anne Hathaway, Helena Bonham Carter, Crispin Glover e Mia Wasikowska, como Alice

Dia: 26/3 (Sexta-feira) – 10h30

Local: Cinemark Botafogo – Praia de Botafogo, 400 – Botafogo

Estreia: 21/04

Trailer: http://www.youtube.com/watch?v=LjMkNrX60mA

Materiais de divulgação no www.image.net

Da Walt Disney Pictures e do visionário diretor Tim Burton chega o épico de aventura e fantasia em 3D − ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS −, uma abordagem mágica e criativa de uma das mais adoradas histórias de todos os tempos. JOHNNY DEPP estrela como o Chapeleiro Maluco e MIA WASIKOWSKA como Alice, de 19 anos, que retorna ao mundo mágico que ela encontrou pela primeira vez quando criança e volta a se reunir com seus amigos de infância: o Coelho Branco, Tweedle-Dee e Tweedle-Dum, o Dormouse, a Lagarta, o Gato Risonho e, é claro, o Chapeleiro Maluco. Alice embarca em uma jornada fantástica para encontrar seu verdadeiro destino e acabar com o reino de terror da Rainha Vermelha. O elenco estelar também inclui ANNE HATHAWAY, HELENA BONHAM CARTER e CRISPIN GLOVER.

Capturando os maravilhosos e adorados contos de Lewis Carroll Alice no País das Maravilhas (1865) e Alice do Outro Lado do Espelho (1871) com imagens deslumbrantes e inovadoras e com os personagens mais carismáticos da história da literatura, ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS chega aos cinemas em Disney Digital 3D™ no dia 21 de abril de 2010.

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Quem conhece a Shoestock? Então, é uma loja de sapatos que fica em São Paulo, dessas que não tem vendedor. São várias prateleiras separadas por tamanhos e você vai provando ali mesmo. E o melhor é que vende sapatos lindos e com ótimos precinhos!

Ela não vendia por internet nem telefone, tinha que ir lá na loja e enfrentar uma boa muvuca e uma looonga fila no caixa, mas agora seus problemas acabaram! Gente, é cada sapato, cada bolsa…

Chora com os precinhos: R$99,90 e R$219,00

Ameeei esses dois. Tô quase comprando: R$149,90 e R$159,90

Nem vou mostar as bolsas; vai lá no site pra ver (e chorar!)

Só me resta dizer: socorro meu cartão de créditooooo!

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Sou uma apaixonada por cinema.

Acho que iniciei esse prazer com mais afinco no início de 1997, quando uma cirurgia ‘tentou’ me deixar de cama. Digo tentou porque me lembro bem, uma semana após a intervenção e ainda com a indicação de repouso absoluto, fui ao cinema assistir Titanic (Idem, 1997). Claro, era adolescente e Leonardo Di Caprio era meu sonho de consumo. Para passar o tempo estirada na cama, aluguei uma dúzia de filmes e acredito que a partir daí, meu interesse pela sétima arte se aprimorou. Ainda não conhecia grandes diretores e buscava na locadora filmes com artistas famosos. Mas naquela vez foi diferente. Minha listinha incluía clássicos do cinema como O bebê de Rosemary, Laranja Mecânica e Cabo do Medo. Fiquei fascinada e a partir daí, minha busca cinematográfica amadureceu.

Para recuperar o tempo perdido, ia à Show Video e me deliciava com aquelas enciclopédias que listavam filmes por diretor, ator e gênero. Foi quando descobri que Kubrick é o meu diretor preferido, que Keanu Reeves é um péssimo ator e que Jack Nicholson possui o sorriso mais marcante e enigmático da telona.

Tempo bom em que ainda não tinha visto todos os filmes do Almodovar, que Woody Allen ainda era uma novidade intrigante e que os filmes orientais começavam a me mostrar a beleza de planos sequência (viu como aprendi, tati? rs). Devorei tudo que me interessava, mergulhei de cabeça nos suspenses e ainda tinha muito preconceito com comédias e filmes de guerra.

Hoje fico desejando não ter visto determinado filme só para sentir toda a emoção da descoberta novamente. Por isso, quando assisto a alguma coisa atual e que me emociona verdadeiramente, tenho sensações orgásticas. Foi assim neste domingo, ao assistir Ilha do Medo (Shutter Island, 2010), novo do Scorcese, com Leonardo Di Caprio. Um suspense de tirar o fôlego ambientado numa ilha na década de 50, que funcionava como um sanatório para presos perigosos.

Aliás, grandes filmes abordam a loucura humana de forma mais que imperdível: o meu preferido é Um Estranho no Ninho (One Flew Over the Cuckoo’s Nest, 1975), com um Jack Nicholson estupendo e direção do maravilhoso Milos Forman, o delicioso Garota Interrompida (Girl, interrupted, 1999) com Angelina Jolie e Winona Rider e o brasileiríssimo Bicho de Sete Cabeças (idem, 2001), com a gostosura do Rodrigo Santoro são os que me lembro no momento, mas tenho certeza que todo mundo vai lembrar de algum filme inesquecível que se passa dentro de um hospital psiquiátrico.

Mas voltemos à Ilha do Medo. Clima de filme noir, trilha sonora amedrontadora, locação incrível e suspense daqueles que aparecem a cada dois anos na telona. Não posso dizer mais nada, para não criar expectativas e estragar a surpresa. Assistam! E depois me contem o que acharam….

Para finalizar, fica a dica para quem ainda não se apaixonou pela sétima arte de forma profunda e curiosa (existe alguém? rs). Fiquem sempre atentos ao nome do diretor e roteirista ao assistir um bom filme e depois, google nos nomes. Você dificilmente vai se decepcionar. Fazendo uma analogia chula, o diretor, para mim, é o olho, o roteirista o cérebro e os atores o coração de um bom filme!

E se ainda têm alguma dúvida a respeito de destinar 2h e meia do seu precioso tempo para se jogar numa sala refrigerada e assistir à Ilha do Medo, aí vai a listinha dos filmes que o Scorcese já fez e que eu já vi e recomendo. Tenho certeza que ao menos algum deles você já viu e se apaixonou. E se ainda não viu algum desses, corra para a locadora ou para a sua banda larga mais próxima e bom divertimento!

The Rolling Stones Shine A Light (Idem, 2008). Um show dos Stones já é delírio puro. Com a câmera do Scorcese se torna imperdível.

Os Infiltrados (The Departed, 2006). Finalmente um Oscar para esse diretor que tanto fez pelo cinema. Jack Nicholson, Leo di Caprio e Matt Damon. Precisa falar mais?

No Direction Home (Idem, 2005). Vale pela curiosa forma de apresentar o Bob Dylan na pele de vários atores diferentes e talentosos.

O Aviador (The Aviator, 2004). História real de um milionário apaixonado por cinema e por aviões, com a diva Cate Blanchett e Leo Di Caprio.

Gangues de Nova York (Gangs of New York, 2002). Mais uma dobradinha de Scorcese com Di Caprio. Prá assistir e correr prá Nova York.

Cabo do Medo (Cape Fear, 1991). A linda Juliette Lewis ainda adolescente e um amedrontador Robert de Niro fazem desse suspense um clássico do cinema.

Os Bons Companheiros (GoodFellas, 1990). Filme de máfia com um fim inesquecível e De Niro mais uma vez roubando a cena.

A Última Tentação de Cristo (The Last Temptation of Christ, 1988). Filme polêmico, que mostra um Jesus Cristo mais humanizado e pecador.

Touro Indomável (Raging Bull, 1980). Mais uma vez, De Niro estupendo. Detalhe para a cena antológica de sua conversa no espelho, em que fiquei sabendo a pouco tempo que o diretor não deu nenhum script ao ator. Atuação de primeira.

Taxi Driver (Idem, 1976). Fica a dica: De Niro + Scorcese = perfeição cinematográfica. Ainda tem uma Jodie Foster novinha e linda.

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Nossa querida colaboradora Di está de pé quebrado, tadinha! Um saco ficar de pé pra cima, mas como de tudo sai algo de bom, aí estão os cupcakes que fizemos juntas para passar o tempo da enferma! 🙂

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Ficar de repouso é, definitivamente, a coisa mais chata do mundo! Se for por uns dias pode até ser legal, mas mais do que isso realmente não é! Principalmente porque me obriga a ficar afastada do fogão!


Mas como quinta passada foi o début de Alice, chamei minha cunhada, mãe da estrela do dia para fazer uns cupcakes para o lanchinho na casa da vó Tania, que queria apresentar a neta as amigas.  Aliás, a história toda dos cupcakes eram pra quando Alice nascesse, mas acabei indo pra Sampa e desandou. Mas desta vez eles foram todos em homenagem a nossa pequena!

Além desse super nobre motivo, essa semana recebi pelo correio uma caixinha contendo 10 super forminhas de silicone para cupcakes em formatos de coração e estrela, diretamente de Buenos Aires! Presente da minha sissi Isabiu, que veio ontem com namorado novo a tira colo. Mais um motivo para fazer a receita em dobro! Mas a que segue abaixo é uma só! E rende bastante!

Como nós já havíamos testado algumas receitas, e eu tinha na geladeira 1kg de pêra, achei fino fazer a receita da nossa tão querida-idolatrada-salve-salve Nigella, que nunca erra! Cupcakes de Pêra com Gengibre! Luxo!

A receita está no livro Nigella Express, que pode ser quase todo visualizado aqui, na página 101. Maravilhas do Google, gente! Já vai pré aquecendo o forno, aí separe:

Na tigela 1:

250 gramas de farinha de trigo
2 colheres de chá de fermento em pó
150 gramas de açúcar
75 gramas de açúcar mascavo peneirado
1 colher de chá de gengibre ralado – achei pouco e colocamos um pouquinho a mais

Na tigela 2:

140 ml de creme de leite azedo – por que diabos não existe isso no Brasil? Usamos o creme de leite de latinha mesmo!
120 ml de óleo vegetal
1 colher de sopa de mel
2 ovos
300 gramas de pêra descascada e picada em pedacinhos

Aí você faz o seguinte: misture bem o conteúdo da tigela 1 e bata bem o da tigela 2. Junte a 1 na 2 e quando estiver homogêneo, misture os pedacinhos da pêra.

Forminhas de papel nos seus devidos lugares, enchemos quase que até a borda – para que fique estufadinho pra cima, bem cupcake – e forno neles! Em coisa de 20, 25 minutinhos a casa já está cheirosa e os mini bolinhos assadinhos! Não resista, coma uns quentinhos, a pêra derrete na sua boca! Divino!

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brigadeirão

Para adoçar o final de semana, segue a receita enviada pela Aninha desse maravilhoso Brigadeirão.

No último dia 12, minha filha fez 1 mês, e a madrinha Aninha apareceu aqui em casa com esse lindo e delicioso doce, para comemorar o ‘aniversário’ da pequena! Na hora pedi a receita pois amo chocolate e pensei em vocês queridos leitores do Monasofia, que adoram um docinho como eu!

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Ingredientes:

1 lata de leite condensado

1 lata de creme de leite (sem soro)

3 ovos

1 colher de sopa de manteiga

1 xícara de chá de chocolate em pó

3 colheres de sopa de açúcar

Olha como é fácil: bater tudo no liquidificador, untar uma forma redonda com furo no meio e assar em banho maria em forno baixo.

Desenformar ainda quente, colocar na geladeira por umas 6 horas, aí é só encher de granulado e servir!  Mais fácil que roubar doce de criança, né!?  🙂

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De volta e com receitinha nova para vocês!!

Ando muito afastada da cozinha, acho que principalmente pelo calor insuportável que vem fazendo. Não consigo pensar num fogão sem me imaginar suando em bicas! Também ando trabalhando demais e como meu trabalho é vender comida, acabo deixando de lado o meu prazer supremo, que é a alquimia mágica da cozinha.

Confesso que tem também a preguiça de cozinhar e ainda tirar boas fotos para o blog, o que me irrita profundamente porque geralmente cozinho à noite e a luz artificial deixa qualquer prato delícia com cara de comida sem sabor.

Desabafo feito, vamos ao rosbife! Adoro carne, sou casada e tenho um marido carnívoro (qual não é, gente?), mas confesso que sempre tenho medo de carne ao forno. Sempre tinha, quero dizer. Porque descobri algo que mudou minha vida e vou dividir isso com vocês.

Carne boa é suculenta e todas as vezes que tirava a bendita do forno, linda, dourada e molhadinha, na hora de cortar tudo desandava: o sangue escorria, a carne perdia todo o suco e ficava feia de comer com os olhos. Aí descobri que carne ao forno precisa de uns 15 minutinhos de descanso antes de ir para a mesa e antes de ser cortada. Assim, todo o suco se assenta e ela ganha aquela aparência divina, moreninha por fora, vermelhinha por dentro.

O rosbife é exatamente isso! Feito com um dos mais nobres pedaços do boi, o filé mignon, a sua principal característica é mesmo a vermelhidão interna. E eu adooooro uma carninha menstruada, como dizia uma amiga, rs.

O tempero nem importa muito, você brinca com o que tem na geladeira. Nesse rosbife eu usei mostarda de dijon, pimenta branca e alho. Informação importante: evite salgar a carne ainda crua, pois o sal seca a pobre coitada, tá?

Bezunte (adoro essa palavra!) a carne com mostarda, enfie uns alhos inteiros mesmo aonde der, jogue uma pimentinha e deixa pegar sabor um pouco. Tinha uns pimentões colorido na geladeira e resolvi usar também. Cortei tudo à juliana, como meia luas, e acrescentei cebolas. A ideia era fazer disso um molho, mas deixei sob a carne para pegar um sabor antes.

Feito isso, hora de selar o filé. Numa frigideira ou panela de fundo grosso e bem quente, com um fio de azeite, vá selando a peça por inteiro. Sem mexer muito e deixando uns 2 minutinhos de cada lado. É importante não mexer para não soltar o tal do suco (ou sulco, como preferir). Nesse meio tempo, forno já esquentando para receber a belezura.

Comprei outro dia um tabuleiro que encaixa uma grade em cima, perfeito para assar um peixe com legumes, ou nesse caso, o filé com os pimentões e a cebola. Assim, a carne (que fica sob a grade) vai escorrendo seu sabor, que vai incorporando aos pimentões no fundo do tabuleiro. Em 25 minutos está pronto! Mais 15 de descanso, OK?

Depois, é só cortar a carne, e com os pimentões e cebola, fazer um molhinho para comer junto. Com pão, salada verde, purê, arroz ou até pura mesmo!

Garantia de uma boa refeição, com tempo de sobra para o bate-papo delicioso na cozinha!

Ah, e o rosbife é excelente para aquele momento Nigella de atacar a geladeira na hora da fome: fica uma maravilha geladinho!

Bom apetite!

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