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Archive for the ‘Horta’ Category

adubo natural para plantas

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Monas, aí vai uma dica para vocês darem um up nas suas plantinhas. Basta adubá-las com húmus, que é o esterco da minhoca. Ele é o mais completo adubo orgânico que existe: não tem cheiro (não fede como esterco de boi e galinha) e é acéptico (não contém sementes de ervas daninhas).
Os principais nutrientes encontrados nele e suas funções são:

Nitrogênio, que desenvolve as folhas e dá a cor verde-escura, própria dos vegetais;
Fósforo, que auxilia a fixação da planta no solo, fortalece as raízes e contribui para a formação dos frutos;
Potássio, que contribui para o fortalecimento geral da planta, tornando-a mais resistente às doenças.
Nossa, lembrei da minha aula de Biologia no Nacional Praia… ehehe
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é só colocar um pouquinho em cima, mas se a sua planta estiver bem caidinha,
aconselho replantá-la fazendo camadas de terra preta e húmus (intercalando)
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A quantidade de húmus que devemos colocar depende do tipo da planta. Nas publicações especializadas ou nos próprios pacotes existem tabelas que irão dar as quantidades que você quer. O melhor é que o uso em excesso não prejudica a planta.

🙂

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daqui um tempo mostro para vocês como minhas plantinhas ficaram mais lindas!
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aprenda, use e abuse das ervas

Entramos mesmo na onda da horta da Didica e resolvemos pesquisar um pouquinho mais sobre as ervas utilizadas na culinária. Abaixo, sugestões de como se deliciar com algumas delas. Aproveitem para fazer a sua cozinha mais verdinha e saudável!
Coentro: além de ser muito usado em pratos de frutos do mar, serve para adornar pratos com curry e comidas orientais, para misturar com queijos suaves ou para aromatizar pratos de carne moída. Recomenda-se mascar as folhas ou as sementes para alívio da indigestão.

Nota da mona: então, aqui no Brasil, especialmente no Espírito Santo, o coentro é utilizado para temperar moquecas e pronto! Mas quem acompanha as peripécias do Oliver, por exemplo, já percebeu que o coentro pode sim! se libertar dos ‘sea food dishes’ e ir para a salada, para a carne…. Particularmente, acho o sabor um pouco forte, mas deve ser preconceito meu. Mas devo confessar que faço uma moquequinha de chuchu com ovos que fica divina com coentro. Tudo na panela de barro, claro!

Endro: tem um sabor adocicado. As folhas têm forma de pêlos e são utilizadas em saladas, especialmente com pepino e em molhos brancos para peixe. É um excelente complemento dos tomates e ervilhas. O endro também alivia gases intestinais. Na Europa, é comum dar chá de endro bem fraco a bebês com cólica.

Estragão: tem um leve sabor de anis e é o componente fundamental do molho bearnês. Vai muito bem com saladas verdes, ovos ao forno e omeletes. As folhas de estragão são indicadas para cólicas menstruais e também são muito digestivas.

Louro: tem um sabor aromático e agradável. Forma sempre parte do clássico ramalhete de ervas. Uma folha de louro aperfeiçoa os guisados e molho. Também serve para aromatizar cremes, sopas, legumes, arroz e pratos com batatas. As folhas de louro também são usadas contra gases.

Nota da mona: taí uma folha que uso e abuso na minha cozinha. A parte portuguesa da minha família é fã de louro e utiliza em quase todos os pratos: feijão, carnes, frangos, molhos e por aí vai. Para mim, tem sabor de comidinha caseira da vovó. Mas queria mesmo é ter um pezinho de louro fresco, que deve dar um sabor inigualável às minhas delícias!

Manjericão: há dois tipos, o forte e o doce. Vai especialmente bem com tomates, berinjelas, pimentões e abóbora. Também é delicioso com pratos de massa e com peixes. Ai, pra mim o manjericão vai bem com tudo! Quando utilizado em grandes quantidades, funciona como fortificante e anti-gripal. Acredita-se que o óleo dessa planta sirva como repelente contra insetos.

Nota da mona: Simplesmente amo manjericão. Seja o roxo, o verde, o basílico…. Acho o cheiro maravilhoso e considero uma erva livre de preconceitos: combina com quase tudo que curto cozinhar! Até com drinks o malandro cai bem… hehehe

Manjerona: tem um sabor adocicado e cai muito bem com peixes, nos pratos de carne, pizzas, massas, omeletes, tortas salgadas e aves. É super digestivo, expectorante, hidratante de pele e revigorante do cabelo. Oba, vamos comer mais manjerona!

Menta: existem numerosas variedades. Em geral é usada em carnes, hortaliças, pratos doces, saladas, molhos, sopas, etc. É digestiva e tônica. Pode aliviar crises de bronquite, cólica estomacal e intestinal, dor, gripes e tosses.
Hortelã: picadinha complementa as saladas, em ramo vai bem com chá e com sopas. Também serve para cozinhar ervilhas e batatas. É ideal com o cordeiro. O chá de hortelã auxilia a digestão. Quando mascadas, as folhas refrescam o hálito.

Nota da mona: falando nisso, vocês sabem qual é a diferença entre menta e hortelã? Aham, aham, vou explicar: menta e hortelã são nomes populares usados para designar espécies que pertencem a um mesmo gênero, chamado Mentha. Ao redor do mundo existem de 25 a 30 espécies naturais desse gênero – além de outras tantas espécies criadas pelo ser humano. No Brasil o mais comum é chamar de hortelã os pezinhos da espécie Mentha piperita e de menta os da Mentha spicata. As demais espécies, como são bem parecidas, costumam variar entre os dois nomes populares. Parte da confusão também se deve ao fato de os nomes populares variarem de região para região. Enquanto no sul do Brasil a maioria das espécies é chamada de menta, no interior de São Paulo e no Nordeste é mais comum usar hortelã para designar qualquer uma delas.

MENTA (Mentha spicata) >> sabor mais suave
HORTELÃ (Mentha piperita) >> sabor mais forte e ardido

Orégano: é uma variedade silvestre da manjerona e tem o sabor parecido, só que mais forte. Dá caráter mediterrâneo aos pratos de massa e arroz. Se for salpicado sobre o porco ou o peixe antes de assá-lo na grelha, deve ser usado seco. As folhas frescas e picadas vão muito bem com saladas de tomate e de repolho cru. As folhas de orégano são consideradas digestivas e descongestionantes.

Nota da mona: uso mesmo em pizzas, mas é uma dessas ervas que deveria ter fresca com mais facilidade no mercado. Ai, quero uma hortaaaaa!!!
Romeira: é uma erva de sabor penetrante que lembra o pinheiro. Vai muito bem com os guisados e as sopas de cordeiro e de frango. Também pode ser utilizado em pratos de massa, saladas de tomate, couve-flor e feijão. Tem ações adstringentes, antiinflamatório, anti-séptico, diurético e tônico.

Salsinha: por sua cor e sabor refrescante, a salsinha é uma erva muito valiosa, além de ser a que contém mais vitaminas. A maior parte do sabor está no talo, não na folha. Podemos utilizá-la com tudo: carnes, saladas, ovos, pastas, peixes, guisados, entre outros. É também rica em substâncias anti-cancerígenas.

Nota da mona: a salsinha é hour-concours. Dá sabor e aroma a todos os pratos, sem exceção. Além de deixar a comida mais ‘viva’, quando salpicada ao fim da preparação. Dá para comprar, picar bem e congelar em pequenas porções, usando sempre que necessário. Adoooro o talo, nem sabia bem o porque, mas depois dessa pesquisa entendi… rs.
Sálvia Aromática: é uma das ervas mais fortes. Contra-balança certos pratos, por isso vai bem com porco, pato, ganso, peixes e produtos lácteos. Também é utilizada para aromatizar os legumes. O chá é usado como digestivo e como líquido para bochechos e gargarejos, agindo contra gengivites, aftas e inflamações da garganta.

Nota da mona: Manteiga de sálvia! Para mim, a melhor forma de utilizar essa erva. Faça um belo fettuccine, e numa frigideira, derreta manteiga, um pouco de azeite, pique umas 3 folhas de sálvia e refogue a massa. Acrescente um bom parmesão, abra o vinho e tá feita a sua noite!

Tomilho: uma das ervas favoritas da tradicional cozinha italiana. Quente e penetrante, faz parte do ramalhete clássico junto ao louro e à salsinha. É ideal para preparar pratos de carne, especialmente de caça, recheados, guisados à caçarola e molhos de queijo. É utilizado em chás para aliviar distúrbios intestinais, em gargarejos, contra inflamações de garganta, e em xaropes, para tratamento de tosses e congestões respiratórias.

Nota da mona: Não vejo as pessoas usando muito o tomilho, mas ele é uma ervinha versátil também. Eu uso muito para dar uma incrementada naquele arroz que sobra e fica na geladeira e em risotos. O tomilho também vai bem para temperar carnes vermelhas e frango. Você pode salpicar um poquinho quando estiver fritando, fica uma delícia. Para incrementar aquela saladinha verde do dia-a-dia, faço um molhinho super simples misturando azeite, tomilho e ervas de Provence. Experimentem! 😉
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Bom, de todas as ervas, as que não faltam lá em casa são a salsinha, o manjericão, o alecrim, o tomilho, o louro, o orégano e a cebolinha. Não gosto de misturar muito os sabores, prefiro usar uma ou duas ervas por prato e devo confessar: ando fissurada nas desidratadas, práticas e muito funcionais. Mas ainda monto minha horta… De qualquer forma, fresca ou desidratada, as ervas são parte importantíssima da boa culinária e não devem faltar em nenhuma receita. Além de cheirosas, são lindas, saudáveis e tem um sabor… hummmm…

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dica da didica – os jardins suspensos (parte 2)

Olá Monas, hoje temos a honra de apresentar a segunda parte da série “Suspenderam os jardins da D. Diana”. Para quem não viu a primeira parte, acesse aqui.

Bem… um dia desses conversando com meu bofe, que também tem um quê de jardineiro, decidimos fazer a nossa própria horta!

Mamy teve a genial idéia de suspendê-la do chão. Cá pra nós, ficar agachada cavucando terra não é pra mim, não! E minha coluna prejudicada agradece! MacGiver, a.k.a Alvaro Abreu, rapidamente deu soluções práticas e ecologicamente corretas, mesmo sabendo que esse papo de ecológico não é com ele! Ele é do tempo antigo, gente, dá um desconto! Ele é adepto mesmo dos 3 R’s. Reduza, Reutilize, Recicle!

Telha de eternite inutilizada + pedaços de pau da obra do vizinho que iam pro lixo = banguê! (Tiraram a trema, mas soa como se tivesse, tá?) É assim que chamam esse estilo de horta! Tô falando gente, horta é tão chic, que tem até estilo! Fala sério, né? Além de chic ela é 100% correta. Reaproveitamento de material tá super em alta.

Como por trás de toda mona, tem sempre um braço forte pra pegar no pesado, chegou a hora do ‘vamo vê! Em duas horas meu bofe deixou não só a estrutura de madeira pronta, como já colocou a telha previamente serrada ao meio, e pimba! Tudo pronto!

Bem, quase. Para o bom funcionamento dela, foram necessários alguns cuidados. A água precisa ser escoada… Por isso fizemos furinhos no fundo da telha com furadeira, forramos com argila expandida, pra não entupir os buraquinhos, e aí sim colocamos a terra. A parte mais complicada acabou, ufa. Pra plantar é bom sempre deixar a terra “descançar” por uma semana, aí sim tá liberado pra começar.


Ah, mas você acha que minha agricultura familiar está restrita ao banguê? Na-na-ni-na-não! Já tinha aqui em casa um vaso comprido que cabe perfeitamente em qualquer varanda de apartamento.

Então você, mocinha, que adoraria comer um pesto fresquinho de basílico da sua própria horta, não desanime! Essa pode ser a sua solução! E atende, viu? Meu sogro (que me deu umas sementes desse parente do manjericão made in Italy, baby que cresce que é uma beleza) tem dois vasos na varanda do apê dele. Do lado de uma jabuticabeira enorme, não é um luxo?

Ah, ainda na onda dos 3 R’s, enchemos com terra um coiso de pedreiro mexer cimento, resquício da reforma da casa, e lá tem cebolinha aos montes, erva cidreira e salsinha crescendo!


Tá vendo? Ter sua própria plantação em casa é bem mais fácil do que você imaginava, basta ter criatividade. Dê uma olhada nas fotos; além de ervas frescas, você ainda dá um toque todo especial na sua varanda!

Ah, podem deixar, a receita do pesto fica para um próximo post!

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aerogarden

Inspirada no post horta da Didica, vi esse equipamento para ter uma mini hortinha dentro de casa e achei tudo!

O cultivo é bem simples, pois o equipamento depois de ligado na energia elétrica avisa quando você precisa regar, quando elas precisam de nutrientes ou até de quanta luz necessitam, fazendo com que cresçam até três vezes mais rápido!
Para quem não tem ‘mão boa’ para plantas ou espaço disponível em casa, é uma puta solução! Não acham? Está a venda num site que chama I want one of those. Quer um? Corre lá! 🙂

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dica da didica – os jardins suspensos

A Diana é uma amiga super querida e talentosa pra várias coisas, desde fotos até jardinagem. Acompanhei a sua empreitada para montar uma horta suspensa e achei tão bacana que pedi pra ela dar umas dicas aqui no Mona. Portanto, é com enorme prazer que inicio a nossa série “Suspenderam os jardins da D. Diana”. Aproveitem!

“Gente, desde pequena eu queria uma horta… Achava chic e, principalmente, divertido! Pensa no luxo que é você cozinhar um jantarzinho pros amigos já pensando em dar um pulinho na horta e pegar uns temperos fresquinhos? Demais, né?

Nos sábados da minha infância, a caçula aqui acompanhava a mãe nas compras pro jardim. Flores, terra, ferramentas… Aquilo às vezes era entediante, mas o que salvava o programa eram os peixinhos nos aquários (desde sempre eu sou uma menina oceanográfica!) e, tchan tchan tchan, as sementinhas! Enquanto ela escolhia tudo, eu ficava rodando o display das sementes! Aquilo era sensacional! Tinha de tudo! As flores nunca eram o meu foco… Olhava pr’aqueles saquinhos pensando no dia que eu compraria algum, semeasse e visse crescer! Cenoura, beterraba, alface

E assim fui crescendo. Ainda menina, ganhei da mamãe um livro chamado “Lineia no jardim de Monet”. Sempre fui apaixonada por Monet! O livro é uma gracinha, e na mesma coleção tem um chamado “Lineia e seu jardim” sobre hortas e jardins e o que fazer para espantar bichinhos indesejáveis entre outras dicas, tudo voltado para criança. Li e reli trocentas vezes, e sempre pensava: quando crescer, vou ter uma!

Bem, o tempo passou, e eu cresci. Ufa! Mas, e a vontade? Bem, a bendita da horta nunca saiu da minha cabeça. Lá em casa sempre teve um o outro pezinho de cebolinha, um de alecrim meio mais ou menos, um pezão de manjericão da folhinha miúda, mas eu não podia considerar aquilo uma horta, ah isso não! Pra ser horta tinha que ser organizada! Nada de um pé aqui, outro lááá na outra varanda… Tudo junto e bem cheiroso! E não é que eu consegui?

Se você tá afim de uma, mas não sabe como, onde, quando e porque, fique exxxperta, vou contar tim tim por tim tim como eu montei a minha! E eu posso te garantir, ela tá um luxo só!
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Didica, eu tô suuuper a fim de uma, conta tudo pra gente! E muito obrigada pela disposição de dividir seus conhecimentos aprendidos desde criança conosco.

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