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Archive for the ‘Peixes’ Category

salmão light

Para uma segunda feira nada melhor que uma receitinha light!  Esse salmão é um clássico daqui de casa, faço sempre, com algumas variações de ervas no tempero.

A receita básica leva limão, azeite, vinho branco e sal.  A partir daí você escolhe o sabor optando por uma erva, pode usar alecrim, hortelã, coentro, salsinha… nesse caso eu usei  sálvia pois tinha um pouco congelada.

Começo passando limão no peixe e deixando marinar por alguns minutos, isso é para tirar o cheiro forte do salmão.  Aí corto cebolas em rodelas médias e forro o fundo do tabuleiro, isso é para não deixar queimar o peixe por baixo além de dar um sabor lindo!  Coloca o peixe por cima da cebola e tempera com azeite, vinho branco e sal.

Agora vamos a erva, normalmente uso fresca e coloco direto em cima do peixe e forno nele!  Mas a sálvia achei melhor fazer uma manteiga pois a erva estava congelada e assim solta melhor o sabor.  Para fazer é só botar manteiga na frigideira até espumar, adicionar a sálvia, desligar o fogo e tá pronto!

Levo ao forno sem cobrir por uns 20 minutos, mas o tempo de cozimento vai depender da altura do peixe.  Para acompanhar cozinhei umas batatas ‘al dente’, e coloquei no tabuleiro junto com o salmão no forno.  Também cozinhei no vapor um brócolis e temperei só com sal.

Para beber fiz um suco de abacaxi com hortelã, montei uma mesa bem linda e voilà estava pronto meu jantar.

Light, fácil de fazer e pode usar com qualquer peixe que fica legal.

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A Lili Stahr pediu, e quem sou eu para negar!

A ideia é unir sabor, tempo gostoso gasto na cozinha e coisinhas leves para não lembrar do jantar da noite anterior na hora de amarrar o lacinho do biquíni!

Pois bem, comidas leves são basicamente elaboradas com verduras, frutas, legumes e carnes magras. Não tem mistério, uniu isso tudo numa receita e pode comer sem peso na consciência! Mas muito cuidado: não adianta nada se você lotar de manteiga, molho shoyu, creme de leite & afins. O melhor amigo da leveza na cozinha é o forno, que te ajuda a economizar nas gorduras, tá?

Pensando nisso, me uni a minha prima querida e recém chegada de Londres para prepararmos um belo jantar para nossos amores. Ah, tem outra coisa: mulher topa muito mais comer comidinhas lights do que homens,mas posso afirmar que os rapazes A D O R A R A M nosso jantarzinho! Claro que para consquitá-los, compramos algumas cervejinhas importadas…hehehe

Antes de falar da receita, preciso dizer que encontrei a forma perfeita de fazer o queijo coalho com geléia de pimenta, lembram? Achei no supermercado umas tirinhas de queijo ao invés do formato clássico no palito e bombou demais! Coloca no forno até dourar bem, mas dourar meesmo e fica divino, parece umas batatinhas fritas molhadas no ketchup, só que bem mais light, rápido e sem sujeira na cozinha!

Para o jantar, compramos:

– abobrinhas;

– shitake seco e shimeji fresco;

– tomate cereja;

– filé de peixe branco;

– uvas.

O resto é mais ou menos o que se deve ter em casa sempre: cebola, alho, manteiga, azeite, vinho branco.

Para as abobrinhas recheadas usei as próprias e os cogumelos. Pesquisando na net, achei uma forma muito bacana de ‘cavar’ as abobrinhas: com um boleador de sorvetes! Muito fácil e fica uma graça!

olha minha unha, que linda! hehe

As sobras da abobrinha a gente usou nos cogumelos para recheá-las. Se você usar o seco, não esquece de deixar de molho por uns 30min em água quente, tá? Bom, como diz minha prima Marina, não tem nada que não fique bom tendo como base manteiga, alho e vinho branco! Eu também concordo, mas atenção na quantidade de manteiga, porque o objetivo aqui é ser magra! hehehe

Refoga o alho na manteiga. A gente colocou cebola também, mas é opcional. Depois acrescenta os cogumelos cortadinhos e a abobrinha que foi eliminada dos ‘barquinhos’. Nesse meio tempo, o forno já deve estar pré-aquecido para colocar os barcos de abobrinha, regados com um pouco de azeite, pimenta e sal. Assim que o os cogumelos e a abobrinha estiverem tenros, acrescente o vinho branco e deixa cozinhar mais um tempo. Nessa hora eu achei que tava tudo muito sem cor e decidi colocar os tomates cereja para dar mais vida e menos cara de comida de dieta! Após uns 30min, os barcos já devem estar quase macios, aí é só montar! Colocamos um pouquinho de parmesão também. Tá bom, eu sei que deveria ser proibido por lei parmesão em qualquer receita light, mas poxa! A gente tem que viver, né? 🙂

Uma dica importante: eu gosto muito dos legumes meio raw food, quase cru mesmo. Portanto, 30min é mais que suficiente para a abobrinha ficar tenra, meio durinha e deliciosa!

gostoso e super leve!

O peixe não tem muito mistério. Eu confesso que sempre prefiro fazer peixe envelopado ao forno, mas como ainda não tenho um mega forno que caiba mais de uma travessa, tive que fazer no grill mesmo. O lance é temperar com sal e pimenta e suco de limão. Usamos o siciliano, que é mais leve e saboroso.

Para o molho, uvas! Sei que tem gente que torce o nariz para frutas em pratos salgados, mas vou falar: os homens adoraram e a Marina, que detesta fruta cozida também aprovou! Então larga o preconceito de lado e mãos à obra!

Muito simples: azeite, uvas verdes, vinho branco e raspas de limão siciliano.

Mais uma vez, achei tudo meio sem cor e coloquei os tomatinhos cerejas para dar um up.

E os meninos nem sentiram falta do carboidrato!! E as meninas se esbaldaram de cerveja sem culpa nenhuma!

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almocinho de domingo, by Melissa

Monas, hoje vamos de receita diretamente de NY! A Melissa mandou esse prato super gostoso e saudável!
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Mel quando eu crescer quero ser igual a você e saber tudo timtin por timtin sobre os nutrientes do que eu como. Afinal, comer não é só encher barriga né, gente?
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De volta a NYC, depois de uma temporada de um mês no Brasil, notei o quanto senti falta da Coop (o supermercado natureba onde faco compras: http://www.foodcoop.com) e da minha comidinha. Não que eu não estivesse ADORANDO a comidinha da mamãe e todo o mimo que recebi dela e da Cida (que trabalha lá em casa há uns 15 anos!), mas que eu também sei me mimar na cozinha, ah, isso eu sei.
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Hoje foi um dia em que eu me peguei pensando: “Eu mereco comer algo muito gostoso no almoço. Ontem eu gastei muita energia no curso e preciso repor com algo mais que só qualquer comida”. Minha clássica inspiração foi a de sempre, que consiste em abrir a geladeira, depois o freezer, depois os armários e ver o que me chama a atenção.
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Ando num clima meio oriental esta semana, então a refeição perfeita veio num passe de mágica: um salmão grelhado sempre é especial, principalmente quando você acrescenta temperinhos bacanas, como gengibre, pimenta vermelha, limão e tamari (primo sem gluten do shoyu).
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Deixei um filé, com a pele para cima, nesta marinada, por uma meia hora. Enquanto isso, o arroz integral cozinhava com sal, pimenta do reino e alho, para acompanhar o prato. O vegetal escolhido da vez foi o Bok Choy, uma espécie de intermediário entre a couve e o repolho, originário da China, que tem um caule crocante e suculento, e folhas verdinhas e arredondadas. Piquei em fatias finas o talo de 4 folhas até chegar perto das folhas. Separei essa parte, e enrolei as folhas como num charuto para picar em tirinhas finas.
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Quando o arroz estava quase pronto, acendi o fogo da frigideira de ferro, coloquei uma colher de sopa de azeite, e quando estava bem quente, coloquei o salmão com a pele virada para baixo, para tostar. Deixei de 2 a 3 minutos e virei, deixando por mais 1 minuto. Retirei o salmão e coloquei no prato.
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Na mesma frigideira, joguei os talos picados de bok choy e mexi por uns 30 segundos. Acrescentei as folhas e a marinada do salmão (com mais um pouco de tamari a gosto), e desliguei do fogo, sempre mexendo. Ai, foi partir para o abraço, ou melhor, para o garfo.
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Além de leve e rápida de fazer, é uma refeição que serve tanto para o dia-a-dia, quanto para impressionar o gato ou os amigos num jantar.
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Além disso, ela é superbalanceada:
– Tem uma ótima fonte de carboidratos complexos, pois o arroz integral tem baixo índice glicemico, ou seja, seus açucares demoram a ser quebrados pelo sistema digestivo, o que equilibra o uso de insulina pelo corpo;
– Excelente fonte de gorduras, principalmente ômega-3 e 6, por meio do salmão e o azeite de oliva, importantíssimas para a saúde do coração e do cérebro;
Fonte de fibras, que auxiliam no processo digestivo e na absorção dos nutrientes, presentes nos cereais integrais e em vegetais folhosos;
– Cada um dos ingredientes é cheio de vitaminas e minerais, com destaque para as do Complexo B. O arroz, por ser integral, e o bok shoy, por ser uma folha verde escura, sao fontes excepcionais desse complexo vitaminico composto de 8 tipos: B1, B2, B3, B5, B6, B7, B9, B12. Esta última está presente no salmão, já que a B12 só é encontrado na natureza em alimentos de origem animal. As vitaminas do complexo B apoiam na constituição do DNA, estruturas celulares, tecidos e orgãos, ou seja, é por meio dela que nosso corpo se reconstitui e se regenera.
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Valeu Melzinha, adoramos suas receitinhas, sempre nutritivas e com ingredientes que a gente não conhece muito aqui, demais! Quem quiser saber mais sobre as aventuras da Mel em NY é só acessar o blog deliciosa dela clicando aqui e aqui
Beijos e até amanhã!

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ode ao domingo

Ontem foi um domingão: corrida na TV, café na mesa logo cedo, sol e céu azul. Para melhorar ainda mais, meu pé de amora estava carregado e passei parte da manhã lambrecando as mãos, sujando a blusa e me deliciando com o azedinho doce dessa frutinha com gosto de infância.

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Depois, banho de mangueira e planos de dominação do jardim: agora a ideia é bombar num chuveirão para completar o kit das pool parties que virão por aí. Dois mil e dez promete… O verão então, nem se fala: além do chuveiro, piscina de plástico de 3m de diâmetro, barrigudas, crianças e, claro, a turminha animada de sempre.

Ai, acho que vivo sempre ansiosa pelos momentos especiais que virão e nostálgica pelos que já passaram… A não ser aos domingos.

Domingo eu quero é ver o domingo passar, como diria certo grupo de titãs. Ver como a luz se comporta invadindo a minha casa, hora a hora. A fumaça do bule de café subindo, o Ipod tocando as mesmas músicas, o contrabaixo fazendo o contraponto do coração, o piano preenchendo toda a sala, a Nice tentando incessantemente pegar mais um beija-flor e, cansada de tentar, se contentando com um calango qualquer.

A cerveja displicente, a conversa feita de sonhos, o beijo solicitado e prontamente atendido. A geladeira parece vazia, mas assim como nós e nossos pensamentos aos domingos, é pura ilusão de ótica. Queremos mesmo esvaziar a mente e preencher só com o que quase não interessa durante a semana inteira. Vazia, a geladeira sempre nos surpreende, assim como nossa mente. Claro, temos a chave do vizinho para completar alguma receita mirabolante que vai surgir com o pouco que temos: um filé de peixe congelado, arrozinho especial, tomate, cenoura, cebola, batata e ervilha. O resto é tempero, que na verdade é o que importa, tanto na cozinha quanto na vida…
Sempre vejo receitas na internet, na TV a cabo. Sempre admiro pessoas e histórias de vida. Mas nunca sigo as receitas, nunca quero para mim a vida dos outros. Uso-as para me aprimorar, para ver o que funciona, para aprender com o conhecimento adquirido pelo outro.
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Aí que vi o Oliver fazendo um peixe num envelope de papel alumínio, com batatas. O que mais me cativou na receita foi quando ele disse que não precisava se preocupar com o tempo ao forno: cru ou cozido demais, a receita seria um sucesso. Perfeita para os meus domingos, único dia em que o tempo não exerce poder algum sobre minha vida, dia em que me atenho mais aos desejos que aos compromissos, dia em que a minha rotina é simplesmente fazer – ou não fazer – o que eu quiser.

Ando com mania de tipos diferentes de arroz: de jasmim, arbório, gohan. Dessa vez, usei o Ráris – 7 cereais integrais – tem quinoa, cevada, arroz integral e por aí vai. Tão simples de fazer, tão gostoso e tão saudável que nem sei porque ainda insistimos com o arroz branco. A medida é 1 para 3, ou seja, ferva 3 copos de água, depois jogue 1 de arroz na panela, sal e pronto! A base tá feita. Para dar um colorido, refogue na manteiga um alho, cenoura picadinha e ervilha congelada.

Para acompanhar, um filé de truta salmonada, ou qualquer outro filé de peixe. Corta uns sulcos para o tempero entrar: alecrim, sal grosso, alcaparras, pimenta branca e raspas de casca de limão. Acrescenta umas cebolas roxas bem fininhas, cozinha umas batatas, corta uns tomatinhos. Depois, monta o tal envelope, uma bela dose de azeite, pedacinhos de manteiga e vinho branco. Fecha bem as laterais e, literalmente, deixa inchar no forno.

Quando a cerveja acabar, ou a fome apertar, leve o envelope à mesa e abra com cuidado, deixando o aroma invadir a casa e criando aquela sensação que só uma boa e cheirosa comida nos dá: de nos remeter à infância, de tornar inesquecível um almoço qualquer, de transformar momentos em lembranças que serão para sempre guardadas com cuidado nas nossas mentes vazias e despreocupadas de domingo.

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